descobri que mesmo sem me sentir à vontade, eu gosto daqui e a ideia de que já me despedi apertou minha mente. é, voltei.
Voltei pra contar que não sei escrever sem saber se vc entendeu, sabe? pra contar que eu escrevo aqui quando eu preciso me sentir bem. E aproveitando o bonde de contarias: eu não gosto do natal m e s m o.
Estamos planejando viajar. Itacaré. 5 dias. desanimei. se for pra ser assim eu nem quero. até porque expectativas nesse casos não é legal. espero que mude de sensação até lá.
***
Ontem aconteceu uma coisa que a muito tempo não via. não comigo. eu quase nunca gosto de contar coisas ruins. não sei se eu tô assim porque aconteceu ou se aconteceu pq eu tô assim. whatever.
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sem planos, é assim que eu quero começar o ano. quero me livrar dessa maldita expectativa que não me deixa sorrir quando não tô rindo. eu quero meu sorriso livre. acho que venho aqui só pra voltar a acreditar em mim.
[acho que não foi dessa fez que a gente rompeu :)]
domingo, 20 de dezembro de 2009
planos para o futuro próximo, passageira?!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
exatamente um mês dps;
hahaha, que engraçado, eu aqui escrevendo. nem vejo mais sentido nesse blog, sabia? eu não sei mais começar a escrever, e nem tô me sentindo à vontade aqui. não tem mais papo entre nós. é verdade! não que eu tenha parado de me cansar da vida ('reticências'). enfim...eu só queria dar um tempo - mas é aquele tempo que a gente dá sabendo que provavelmente é pra sempre. (que melosidade!). vou cantar um pouquinho, viu?! [playlist vício: away in silence/ pela última vez.]
beijo e queijo!
até logo, foi bom estar com vc.
=*
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
entretanto outras coisas;
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
palavras se tivessem vida falavam;
(...)a verdade é que ainda hesito em dar um nome àquilo que ficou, depois de tudo. Porque alguma coisa ficou.
C. F. Abreu
domingo, 18 de outubro de 2009
" Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para conhecer o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não como simplesmente é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver. "
(Mar sem fim - Amyr Klink)
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Sensibilidade, gentileza e futuro.
Futuro. Todo mundo tem expectativas em relação à própria vida: profissão, família, viagens...etc. E criar expectativa envolve sonho. Sonhar, acho e espero, todo mundo sonha. Mas as pessoas andam se perdendo nesse caminho entre almejar e realizar.
Cansei de tanta gente pensando grande, querendo muito e cheia de foco. Cadê a minha, a nossa sensibilidade? Olha, eu não quero que meus filhos cresçam assim. assim tão responsáveis, assim tão sem tempo. Assim tão século XXI. Elevador. Carro. Ipod. Trabalho. Iphone. Elevador. Ipod. Notebook.
É comum a pressa, os compromissos e tudo aquilo que, hoje, o mundo exige. O aqui, agora, pra ontem. No meio de tantos, valores como gentileza estão se perdendo por aí e fica difícil achá-la novamente. Por isso, sou a favor dos pequenos encontros diários com a gentileza: Os ‘bom dias, tarde e noites’, O ‘olha moço sua carteira vai cair’. ‘Obrigada’. ‘Claro que sim’. Gentileza, sabe? Sensações que valem a pena distribuir. Sorriso na boca, coração aberto e, por favor, desliguem seus mp3, 3, 10 ou 20!
Problema todo mundo tem. E acredite, não vai querer trocá-los pelo de seus pais e assim REGRESSIVAMENTE. O tempo é outro. E agora tempo é dinheiro. Que pena. Eu não quero ganhar dinheiro o tempo todo. Quanto mais se avança, menos se vive. Viver o meio-termo. Porque viver sem dinheiro não dá, e dá muito menos viver POR dinheiro.
Futuro. Eu quero o meu de mãos dadas com a sensibilidade. Quero gente pra me fazer companhia e me ensinar o que é ser assim. Quero que meus filhos sejam acostumados com o perdão, os fracassos e os amores sensíveis de novela. Quero o mundo cheio de gente boa, afim de compartilhar os sonhos lá de cima, cheinhos de gentileza, educação e amor...
terça-feira, 6 de outubro de 2009
do que preciso pra ser feliz;
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
entrevista com Lulu;
Oi, Lulu, pq vc está tristinha?
estou com a sensação de fim de domingo, sabe? ela é horrível. dá um vazio no peito. uma vontade de jogar tudo pra cima. ainda mais quando você vai no cinema e vê um filme todo bonitinho e bobinho. Aqueles infantis, sabe? Onde tudo pode acontecer. Ai, eu começo a viajar total na maionese, e tô fazendo careta de quem não quer viver de novo.
Mas Lulu, tudo passa até uva passa...
é, eu sei. só queria ficar no elevador da minha casa subindo, descendo, sem ninguém entrar e ohando a minha face cheinha de cravos. assim, eu juro, tava bom. Eu poderia ficar vendo o filme de novo também.
Lulu, pq você não joga tudo pra cima?
Pq jogar tudo pra cima é coisa de gente pequena, eu tô crescendo, não posso simplesmente jogar tudo pra cima e que se dane. eu sei que eu vou me arrepender, sabe? não da ação de ter mandado o mundo se danar, mas das consequencias da minha ação.
Lulu, vc está se sentindo melhor?
Não, eu quero chorar. Mas eu queria alguem pra me dar colo.
Lulu, você está parecendo uma criança.
é, eu sei. =/
acredita, Lulu, você não tem todo o tempo do mundo.

