domingo, 20 de dezembro de 2009

planos para o futuro próximo, passageira?!

descobri que mesmo sem me sentir à vontade, eu gosto daqui e a ideia de que já me despedi apertou minha mente. é, voltei.
Voltei pra contar que não sei escrever sem saber se vc entendeu, sabe? pra contar que eu escrevo aqui quando eu preciso me sentir bem. E aproveitando o bonde de contarias: eu não gosto do natal m e s m o.
Estamos planejando viajar. Itacaré. 5 dias. desanimei. se for pra ser assim eu nem quero. até porque expectativas nesse casos não é legal. espero que mude de sensação até lá.

***

Ontem aconteceu uma coisa que a muito tempo não via. não comigo. eu quase nunca gosto de contar coisas ruins. não sei se eu tô assim porque aconteceu ou se aconteceu pq eu tô assim. whatever.

***

sem planos, é assim que eu quero começar o ano. quero me livrar dessa maldita expectativa que não me deixa sorrir quando não tô rindo. eu quero meu sorriso livre. acho que venho aqui só pra voltar a acreditar em mim.


[acho que não foi dessa fez que a gente rompeu :)]

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

exatamente um mês dps;

hahaha, que engraçado, eu aqui escrevendo. nem vejo mais sentido nesse blog, sabia? eu não sei mais começar a escrever, e nem tô me sentindo à vontade aqui. não tem mais papo entre nós. é verdade! não que eu tenha parado de me cansar da vida ('reticências'). enfim...eu só queria dar um tempo - mas é aquele tempo que a gente dá sabendo que provavelmente é pra sempre. (que melosidade!). vou cantar um pouquinho, viu?! [playlist vício: away in silence/ pela última vez.]

beijo e queijo!
até logo, foi bom estar com vc.
=*

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

entretanto outras coisas;

O tal do final do ano, mais uma vez - graças a Deus - tá chegando. E exatamente como eu queria que fosse,
não tá chato, nem triste. As ruas já estão brilhosas e piscantes, os shopings enfeitados e sonorizados - inclusive lá no Salvador shopping teve até coral pra estreia da decoração! (foi lindo e deu vontade de chorar - musicas bonitas, ai já viu.)
E assim o próximo ano vem chegando. Apesar de muita coisa ter mudado, tem algumas outras que não faço questão que mudem e logo, não mudam. Aí se encontra minha mania de refletir o ano que passou - e, nesse especifico caso: que tá passando.
Final de novembro; final de semestre; vestibular que fiz hoje; juh fervilhando 3º ano, saudades e sonhos; miloca faculdade e festas; miluka no mundo da lua; mano leleu crescendo e todas as outras pessoas seguindo: a vida passa.
Percebo que um monte de atitudes e sentimentos ainda quero mudar, não aconteceu. Não porque os astros não ajudaram. Porque eu fiquei de braços cruzados vendo as oportunidades passarem - hoje, eu já sei, que isso acontece e ainda vai acontecer - e outras porque eu tentei, me embolei e fracassei.
Senti tantas saudades sem querer. Tantos quereres sem poder. Descobri tanto de mim. Do eu que não sabe abrir o coração. Do eu que é sincero mas não sabe ser transparente. Das sensações estranhas de quem se confude no que quer. Da estranheza que é não saber o que sentir. E de saber que meu eu busca. Ano após ano, dia após dia, se a gente busca, a gente cresce. E sabe? eu não me vejo crescer quando vejo amor. amor me paraliza e me inspira. é onde me perco, e de vez em quando me encontro - perdida em alguém.
Mas voltando ao futuro fim de ano... me sinto pronta pra ele: pode chegar. :)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

palavras se tivessem vida falavam;

(...)a verdade é que ainda hesito em dar um nome àquilo que ficou, depois de tudo. Porque alguma coisa ficou.

C. F. Abreu

domingo, 18 de outubro de 2009

" Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para conhecer o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não como simplesmente é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver. "

(Mar sem fim - Amyr Klink)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Sensibilidade, gentileza e futuro.

Futuro. Todo mundo tem expectativas em relação à própria vida: profissão, família, viagens...etc. E criar expectativa envolve sonho. Sonhar, acho e espero, todo mundo sonha. Mas as pessoas andam se perdendo nesse caminho entre almejar e realizar.

Cansei de tanta gente pensando grande, querendo muito e cheia de foco. Cadê a minha, a nossa sensibilidade? Olha, eu não quero que meus filhos cresçam assim. assim tão responsáveis, assim tão sem tempo. Assim tão século XXI. Elevador. Carro. Ipod. Trabalho. Iphone. Elevador. Ipod. Notebook.

É comum a pressa, os compromissos e tudo aquilo que, hoje, o mundo exige. O aqui, agora, pra ontem. No meio de tantos, valores como gentileza estão se perdendo por aí e fica difícil achá-la novamente. Por isso, sou a favor dos pequenos encontros diários com a gentileza: Os ‘bom dias, tarde e noites’, O ‘olha moço sua carteira vai cair’. ‘Obrigada’. ‘Claro que sim’. Gentileza, sabe? Sensações que valem a pena distribuir. Sorriso na boca, coração aberto e, por favor, desliguem seus mp3, 3, 10 ou 20!

Problema todo mundo tem. E acredite, não vai querer trocá-los pelo de seus pais e assim REGRESSIVAMENTE. O tempo é outro. E agora tempo é dinheiro. Que pena. Eu não quero ganhar dinheiro o tempo todo. Quanto mais se avança, menos se vive. Viver o meio-termo. Porque viver sem dinheiro não dá, e dá muito menos viver POR dinheiro.

Futuro. Eu quero o meu de mãos dadas com a sensibilidade. Quero gente pra me fazer companhia e me ensinar o que é ser assim. Quero que meus filhos sejam acostumados com o perdão, os fracassos e os amores sensíveis de novela. Quero o mundo cheio de gente boa, afim de compartilhar os sonhos lá de cima, cheinhos de gentileza, educação e amor...

terça-feira, 6 de outubro de 2009

do que preciso pra ser feliz;

se fosse pra escolher, eu escolheria fazer nada. mas fazer nada o tempo todo dá tédio. aí, eu escolheria trabalhar. trabalhar cansa. a gente passa a ter horários, horários pra mim são chatos e dá mau-humor. aí, eu já tenho outro querer: escolheria ter férias. férias durante uns dois meses... muito sol, praia, viagens, amigos e violão. e então, ali, eu estaria plenamente na paz. Quando eu me cansasse de férias - e a gente cansa -, teria saudades da minha rotina. Mas não pediria pra voltar...

é engraçado essa história de satisfação com a vida. Apesar de não ter tudo na hora que quero, tem coisas que eu tenho e fico alegre por ter. Nos espaços que sobram entre almejar e o presente, fico imaginando se eu seria mais feliz vivendo com constantes. Rotina e responsabilidade são palavras de gente grande. Mesmo assim, a gente convive com elas desde pequeno. eu não quero crescer e ser constante na vida. e eu acho isso tão adolescente...hauahuahuahauauh. essa história de não querer fazer nada, ser vagabundo e feliz. ganhar na mega-sena e botar uma mochila nas costas. eu gosto dessa idéia, sabia? Agora, eu canso das coisas muito rápido. adoro novidade... e não sei se isso é coisa de adolescente, mas acontece assim... e tenho certeza: eu ia me cansar dessa vida-de-marola. E aí?! Volto aos espaços entre querer, não poder, esperar até acontecer e me cansar de novo.
porra! eu vivo no ponto e vírgula.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

olha você... aparecendo por aqui.




clap clap, abre, viu?!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

RT @caiofabreu 'Mas eu tinha que ficar contente. E quando você quer, você fica. Comecei a ficar.'

domingo, 20 de setembro de 2009

entrevista com Lulu;

Oi, Lulu, pq vc está tristinha?

estou com a sensação de fim de domingo, sabe? ela é horrível. dá um vazio no peito. uma vontade de jogar tudo pra cima. ainda mais quando você vai no cinema e vê um filme todo bonitinho e bobinho. Aqueles infantis, sabe? Onde tudo pode acontecer. Ai, eu começo a viajar total na maionese, e tô fazendo careta de quem não quer viver de novo.

Mas Lulu, tudo passa até uva passa...

é, eu sei. só queria ficar no elevador da minha casa subindo, descendo, sem ninguém entrar e ohando a minha face cheinha de cravos. assim, eu juro, tava bom. Eu poderia ficar vendo o filme de novo também.

Lulu, pq você não joga tudo pra cima?

Pq jogar tudo pra cima é coisa de gente pequena, eu tô crescendo, não posso simplesmente jogar tudo pra cima e que se dane. eu sei que eu vou me arrepender, sabe? não da ação de ter mandado o mundo se danar, mas das consequencias da minha ação.

Lulu, vc está se sentindo melhor?

Não, eu quero chorar. Mas eu queria alguem pra me dar colo.

Lulu, você está parecendo uma criança.

é, eu sei. =/

acredita, Lulu, você não tem todo o tempo do mundo.

 
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